DRA. ANA YIN YIN MAO
CRM: 220972 RQE: 93841
CRM: 220972 RQE: 93841
Formada em Medicina pela Universidade Federal de Ouro Preto
Título de Especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC)
Especialista em Córnea, Lentes de Contato e Doenças Externas Oculares pelo Hospital das Clínicas da USP
Formação complementar pela Washington University, nos EUA
Pesquisa acadêmica pela Columbia University de Nova York, nos EUA
Palestrante no Congresso de Oftalmologia da USP (2021 e 2022), um dos mais renomados do país
Apresentação de trabalhos em Congressos e Simpósios
Publicação de artigos em revistas científicas nacionais e internacionais
1. Anamnese
Vamos conversar sobre seu problema ocular e dúvidas, caso existam. Perguntarei sobre tempo de aparecimento, sintomas e tratamentos prévios.
2. Refração e Exames
Além da avaliação geral, o foco será na avaliação da lesão, seu aspecto, localização e extensao.
3. Tratamento
Em casos que haja a possibilidade de tratamento clínico, será prescrito colírios ou pomadas e realizado acompanhamento clínico. Nos casos que não respondam a tratamento clínico ou que haja prejuízo funcional ou incômodo estético, podemos optar por retirada cirúrgica das lesões. Explicarei o procedimento, anestesia, tempo de recuperação e cuidados pós operatórios.
O pterígio é uma lesão ocular decorrente do espessamento do tecido transparente que recobre o olho, a conjuntiva. Pode ser causado por exposição à radiação, como por exemplo, luz ultravioleta do Sol associado ou não a fatores genéticos. Fatores irritativos como poeira, vento ou fumaça podem causar a inflamação do pterígio, levando a sintomas como olho vermelho, ardência, lacrimejamento, sensação de corpo estranho e fotofobia.
Quando os sintomas não melhoram com o tratamento clínico com colírios, seu crescimento atrapalha na visão ou por incômodo estético, pode ser realizada a retirada cirúrgica. A cirurgia de pterígio é realizada sob anestesia local, em caráter ambulatorial, sem necessidade de internação. É feita a retirada do pterígio e, para minimizar os riscos de recidiva, realiza-se um transplante de conjuntiva de parte saudável do próprio olho do paciente e seu posicionamento na área afetada através de pontos ou cola biológica.
O tempo de recuperação após a cirurgia é curto e o paciente consegue voltar ao trabalho em poucos dias. Entretanto, é essencial seguir o tratamento e cuidados pós operatórios prescritos.
Nunca tente espremer, manipular ou retirar por conta própria. Além de poder infeccionar a bolinha, pode machucar a pálpebra ou até o globo ocular, e se for uma infecção viral por exemplo, pode contribuir para disseminar a infecção e agravar o quadro.
Em casos em que a bolinha não melhora, tem crescimento progressivo, dor, sinais inflamatórios como vermelhidão e calor local, quando houver irritação ocular, sangramento ou diminuição da visão, sempre procurar um oftalmologista para realizar o diagnóstico e tratamento adequados.
(11) 97331-0088
Alameda dos Nhambiquaras, 159 – Moema, São Paulo SP
Segunda a Sexta das 8h às 18h
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